II
Congresso
Pan-Amazônico
de
Hematologia
e
Hemoterapia
começa
nesta
quarta-feira
Considerado
um
evento
de nível
internacional
que
reúne
especialistas
e
participantes
de todo
o
Brasil,
o
Congresso
Pan-Amazônico
de
Hematologia
e
Hemoterapia
chega em
sua
segunda
edição
com uma
programação
especial
que será
realizada
a partir
desta
quarta-feira,
24, em
Rio
Branco.
Serão
quatro
dias de
debates,
oficinas
e
palestras
na sede
da
Faculdade
da
Amazônia
Ocidental
(FAAO)
com
representantes
de
diversas
regiões.
Haverá
também
representantes
internacionais
como da
Bolívia
e
Colômbia,
que
apresentarão
experiências
desenvolvidas
em seus
países.
O II
Congresso
Pan-Amazônico
de
Hematologia
e
Hemoterapia,
realizará
ainda
testes
de
Proficiência
Técnica
em
Enfermagem
em
Hematologia
e
Hemoterapia,
Sorologia,
Imunohematologia
e
Hematologia
Laboratorial.
Além
disso,
acontecerão
diversos
outros
eventos
simultâneos
durante
o
encontro.
Este
evento
será o
primeiro
a ser
promovido
pela
ABHH
(Associação
Brasileira
de
Hematologia
e
Hemoterapia),
que
resultou
da
recente
fusão da
Sociedade
Brasileira
de
Hematologia
e
Hemoterapia
e do
Colégio
Brasileiro
de
Hematologia
e
Hemoterapia.
"Há dois
anos foi
realizado
o
primeiro
Congresso
Pan-Amazônico
de
Hematologia
e
Hemoterapia
na
cidade
de
Manaus/AM,
sendo de
grande
importância
na área,
superando
as
expectativas
com mais
de 1.300
participantes
de todo
o
Brasil.
O
encontro
proporcionou
além da
troca de
conhecimentos
científicos,
novas
experiências
culturais
entre os
congressistas
e
mostrou
que é
possível
sair do
eixo Rio
- São
Paulo
para se
organizar
um
evento
deste
porte",
afirma
Denys
Eiti
Fujimoto,
Presidente
do II
Congresso
Pan-Amazônico
de
Hematologia
e
Hemoterapia.
Segundo
o
coordenador,
a
expectativa
é de
receber
entre
600 a
750
congressistas
e há a
preocupação
em
abordar
temas
que irão
abranger
a
hematologia
e
hemoterapia,
juntamente
com as
áreas da
psicologia
hospitalar,
odontologia,
análises
clínicas
e
enfermagem.
"Espero
que as
expectativas
sejam
alcançadas
e que
este
congresso
possa
fazer
parte da
história
da
hematologia
e
hemoterapia
brasileira".
Um
estudo
feito
pela
Universidade
da
Califórnia
em
Irvine (UCI)
mostra
que a
ingestão
de
alimentos
ricos em
gordura
estimula
a
formação
da
memória
em longo
prazo. A
pesquisa
foi
liderada
por
Daniele
Piomelli,
do
Instituto
Italiano
de
Tecnologia
e da UCI;
e James
McGaugh,
também
da UCI,
um dos
principais
especialistas
em
memória
do
mundo;
pesquisadores
americanos
e
italianos,
que
descobriram
uma
explicação
científica
para as
fortes
lembranças
que
determinados
pratos
podem
trazer
após
muito
tempo.
Na
primeira
etapa da
pesquisa,
o grupo
de
estudiosos
apontou
uma
relação
entre a
gordura
ingerida
e o
controle
do
apetite,
com
implicação
importante
no
desenvolvimento
de
tratamentos
para
obesidade
e outros
distúrbios
alimentares.
Feito
isso,
eles
identificaram
que os
ácidos
oleicos,
obtidos
por meio
da
hidrólise
da
gordura
animal e
de
certos
óleos
vegetais,
são
transformados
em uma
molécula
chamada
de
oleoletanolamina
(OEA),
no
intestino
delgado.
A OEA é
responsável
por
enviar a
mensagem
de
saciedade
ao
cérebro,
e em
níveis
elevados
ela pode
até
reduzir
o
apetite,
promovendo
perda de
peso e
diminuição
de
níveis
sanguíneos
de
triglicérides
e
colesterol.
Além
disso,
por meio
de
testes
feitos
com
roedores,
os
pesquisadores
analisaram
que a
administração
de OEA
levou à
melhoria
na
retenção
da
memória,
da mesma
forma em
que os
efeitos
da
memória
diminuíram
quando
os
receptores
celulares
ativados
pelo OEA
foram
bloqueados.
Diante
disso,
foi
possível
descobrir
que a
OEA
permite
o
armazenamento
das
memórias
de curto
prazo,
transformando-as
em
memórias
de longo
prazo.
Isso se
dá em
virtude
da
ativação
de
sinais
de
estímulo
na
amígdala,
que é a
região
do
cérebro
envolvida
na
consolidação
de
memórias
e
eventos
emocionais.
Sendo
assim,
os
pesquisadores
concluíram
que as
gorduras
que são
importantes
para a
saúde
geral,
responsáveis
por
ajudar
na
absorção
de
vitaminas
e na
proteção
de
órgãos
vitais,
hoje já
não são
tão
abundantes
na
alimentação
como
eram
antigamente.
No
entanto,
o estudo
mostra
uma
parte
negativa.
Assim
como a
OEA
contribui
para a
sensação
de
saciedade
após uma
refeição,
ela
também
estimula
a
vontade
de
ingerir
novamente
alimentos
ricos em
gordura
que, se
consumidos
em
excesso,
podem
levar ao
ganho de
peso e,
consequentemente,
à
obesidade.
Clique
aqui
para
conferir
a
programação
FONTE:
(www.ac.gov.br)